ROGÉRIA HOLTZ
Curitiba / PR
Curitiba / PR
Acorda
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Músicas de compositores paranaenses, em sua maioria, executadas com instrumentos de corda: violão nylon e aço, violino, guitarra, baixo, bandolin, cavaquinho e piano. Lançado em 2003.
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perfilVIDA Meu pai queria que eu fosse Dentista ou Analista de Sistemas. Acabei o contrariando e terminei com o diploma de Designer. Cheguei a trabalhar como tal e me lembro perfeitamente de uma entrevista amistosa no meu segundo emprego como desenhista quando me perguntaram o que eu fazia: “bom, eu preferia Arquitetura, prestei vestibular pra Odonto, entrei em Matemática, cursei Análise de Sistemas, faço Desenho Industrial mas o que quero é Música”. Eu tinha certeza que o único atrapalhado era o meu pai! Afinal foi ele mesmo quem me presenteou com meu primeiro “Di Giorgio” aos 10. Ele me via empenhada no violão da minha irmã todas as tardes desde os 7 anos. Até hoje me lembro da minha surpresa ao ver o meu primeiro instrumento e da cara de orgulho dele toda vez que tocávamos e cantávamos pra família e amigos. Sou do interior de São Paulo, Itararé, cidade linda rodeada por rios, pedras, onde cresci com amigos que me influenciaram com suas inteligentes e ecléticas preferências musicais. Aos 16 fui parar em Curitiba para estudar, mas de cara conheci um compositor que me colocou no palco do TUC, Teatro Universitário de Curitiba, e diante de músicos maravilhosos. Foi no cursinho também que achei uma parceira de voz e violão, Danni Calixto, que juntas nos batizamos nos bares da vida. Às vezes tentava fugir dos palcos: faculdade, rádio, televisão, filhos, mas de alguma maneira a vida insistia em dizer “sem música não rola!!!!”. Conheci um mestre do canto vocal, Marcos Leite, no Conservatório de MPB de Curitiba e depois disso foi só alegria. Enquanto era contralto do Vocal Brasileirão fiz meu primeiro show solo no Teatro Paiol, gravei meu primeiro cd e me senti pela primeira vez uma cantora profissional. Ganhei prêmios e troféus, levei meu show pra São Paulo, Santos, Palmas, Paraty, participei do Circuito Cultural do Banco do Brasil, do Rumos do Itaú Cultural e em agosto de 2005 tive a grande oportunidade de viajar pro Nordeste no Projeto Pixinguinha. Agora tenho a honra de interpretar a obra da minha amiga e grande poeta Alice Ruiz, num cd que teve o auxílio luxuoso de Celso Fonseca, músico, compositor, produtor carioca e agora meu mais novo amigo de infância. Eu não tenho mais meu pai, mas ainda tenho o velho Di Giorgio que ele me deu e que foi decisivo nos atrapalhos da minha vida.vídeosinfluênciasTudo o que é bom. Isso não inclui sertanejo.formaçãoMinha vida profissional como cantora foi lapidada por Marcos Leite, Regina Luccato, Ná Ozzetti, Fatima Guedes, Elke Beatriz, Ana Cascardo, Anna Toledo, Silvia Suss. Como locutora, sou uma mistura de mim comigo mesma. |










